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Iniciam negociações com banqueiros
27/08/2008
Negociações começam com definição de blocos temáticos e acerto de calendário Crédito: Paulo Pepe Na primeira rodada de negociações da campanha salarial de 2008, iniciada nesta quarta-feira 27, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban acertaram o calendário de discussões, que terá mais quatro rodadas: nos dias 2, 9, 16 e 23 de setembro. Também houve acordo em relação ao processo de negociações, que será desenvolvido por blocos temáticos, como no ano passado.
Após o acordo quanto ao calendário, foram retomadas nesta quarta-feira de manhã as negociações sobre as questões pendentes da campanha do ano passado, entre elas a 13ª cesta-alimentação para os bancários afastados. Após pausa para o almoço, a discussão continua na parte da tarde.
"Consideramos isso um avanço, uma vez que essa dinâmica de negociações é uma proposta dos bancários, aprovada na Conferência Nacional", diz Vagner Freitas, presidente da Contraf/CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.
Pelo calendário acertado, as negociações terão o seguinte cronograma:
27 de agosto: assuntos pendentes da campanha de 2007
2 de setembro: comissões temáticas (saúde e condições de trabalho, igualdade de oportunidades e segurança bancária).
9 de setembro: Emprego, questões sociais e cláusulas renováveis da Convenção Coletiva dos Bancários.
16 e 23 de setembro: Remuneração total.
PRIMEIRO BLOCO - DIA 2/9
Saúde e condições de trabalho - Combate ao assédio sexual (Artigo 73 da pauta de reivindicações). - Combate ao assédio moral/violência organizacional (Artigo 74). - Eliminação de riscos (Artigo 79). - Manutenção dos salários e da complementação do auxílio-doença previdenciário e acidentário (Artigo 80). - Acidente de trabalho, incluído o comunicado de retorno após a licença (Artigos 81 e 82). - Garantias ao aposentado por invalidez (Artigo 84). - Programa de reabilitação (Artigo 85). - Proteção à bancária gestante (Artigo 86). - Intervalos para atividades repetitivas que impactam os membros inferiores e superiores e a coluna vertebral (Artigo 87). - Exames médios (Artigo 88). - Política global de combate à Aids (Artigo 89). - Outras políticas de saúde (Artigo 90). - Assistência médica, hospitalar e odontológica (Artigo 91). - Custeio de tratamento convencional, alternativo e medicamentoso (Artigo 92). - Orientação administrativa sobre procedimentos previdenciários (Artigo 93). - Cipas ((Artigo 94).
Igualdade de oportunidades - Promoção da igualdade de oportunidade para todos, homens e mulheres (Artigo 69 da pauta de reivindicações). - Isonomia de tratamento para homoafetivos (Artigo 67). - Ascensão profissional (Artigo 70). - Contratação de trabalhadores com deficiência (Artigo 71).
Segurança bancária - Implementar a Comissão de Segurança Bancária (Artigo 75 da pauta de reivindicações). - Melhorar a segurança nas agências e postos de atendimento (Artigo 76). - Medidas reparatórias em decorrência de assaltos e seqüestros (Artigo 77). - Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto (Artigo 78).
SEGUNDO BLOCO - DIA 9/9
Emprego e cláusulas sociais - Garantia no emprego (Artigo 46 da pauta de reivindicações). - Garantias contra a dispensa imotivada (Artigo 47). - Combate à terceirização (Artigo 48). - Estabilidades provisórias de emprego (Artigo 49). - Estágio profissional (Artigo 50). - Criação de Comissão sobre mudanças tecnológicas (Artigo 52). - Correspondente bancário (Artigo 54). - Opção pelo FGTS, com efeito retroativo (Artigo 55). - Jornada de trabalho (Artigo 56).
Cláusulas renováveis Esse bloco trata da renovação das cláusulas que já existem na Convenção Coletiva dos Bancários:
- Salário do substituto (Cláusula 5ª). - Opção por indenização do adicional por tempo de serviço (Cláusula 7ª). - Adicional noturno (Cláusula 9ª). - Gratificação de compensador de cheques (Cláusula 13ª). - Auxílio-filhos excepcionais ou deficientes físicos (Cláusula 18ª). - Vale-transporte (Cláusula 21ª). - Abono de falta ao estudante (Cláusula 22ª). - Estabilidades provisórias de emprego (Cláusula 24ª). - Opção pelo FGTS com efeito retroativo (Cláusula 25ª). - Seguro de vida em grupo (Cláusula 27ª). - Multa por irregularidade na compensação (Cláusula 29). - Frequência livre de dirigentes sindicais (Cláusula 32ª). - Quadro de avisos (Cláusula 33ª). - Sindicalização (Cláusula 34ª). - Férias proporcionais (Cláusula 42ª). - Carta de dispensa (Cláusula 43ª).
TERCEIRO BLOCO - DIAS 16 E 23/9
Remuneração total Esse bloco sobre questões econômicas está subdividido nos seguintes temas:
Salários - Reajuste salarial, com aumento real de 5% (Artigo 2º da pauta de reivindicações). - Décimo quarto salário (Artigo 3º). - Proteção salarial (Artigo 4º). - Valorização dos pisos salariais, de forma a equipará-lo ao salário mínimo do Dieese, hoje de R$ 2.074, até 2010 (Artigo 5º). - Regulamentação da remuneração variável (Artigo 8º).
Participação nos Lucros e Resultados
Aumento do valor e simplificação da fórmula de distribuição da PLR (Artigo 12).
Adicional por tempo de serviço (Artigo 13).
Gratificações de caixa (Artigo 17) e semestral (Artigo 19)
Auxílios - Auxílio refeição (Artigo 20). - Auxílio cesta alimentação (Artigo 21). - 13ª cesta alimentação (Artigo 23). - 13ª cesta refeição (Artigo 24). - Auxílio creche/auxílio babá (Artigo 25). - Auxílio - filhos em período escolar (Artigo 26). - Auxílio - filhos com deficiência (Artigo 27). - Auxílio educacional (Artigo 28). - Reembolso escolar (Artigo 29). - Auxílio funeral (Artigo 30).
Fonte: Contraf/CUT
Categoria: papo de bancários
Escrito por william-mendes às 14h08
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Homenagem póstuma ao Olavo Setúbal
Eptáfio para um banqueiro
n e g ó c i o e g o ó c i o c i o 0
(José Paulo Paes, Anatomias.)
Escrito por william-mendes às 11h08
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Negociações dos bancários
Bancários iniciam nesta quarta as negociações da Campanha Nacional 2008 Começam nesta quarta-feira 27 as negociações da campanha salarial de 2008 entre os bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Serão a partir das 10h, no L'Hotel, na alameda Campinas, 266. A segunda rodada de negociação já está marcada para o dia 2 de setembro, também às 10h. O Comando Nacional dos Bancários, que representa mais de 90% dos bancários do país e é quem negociará com a Fenaban, reuniu-se nesta terça-feira 26 na sede da Contraf/CUT, em São Paulo, para discutir a estratégia de negociação e de mobilização da categoria. Clique aqui para ler entrevista com o presidente da Contraf/CUT, Vagner Freitas, sobre o processo de negociação. As principais reivindicações dos bancários Aumento realManter a estratégia de conquista de aumento real dos últimos quatro anos, reivindicando 13,23% de reajuste (inflação mais 5% de aumento real). PCS para todosPlano de Cargos e Salários para todos os bancários de todos os bancos, prevendo 1% de reajuste a cada ano de trabalho. A cada cinco anos, esse reajuste será de 2%. O banco é obrigado a promover o bancário pelo menos um nível a cada cinco anos. Os bancos são obrigados a treinar o trabalhador para a nova função por no mínimo 60 dias, pagando o novo salário durante o período de treinamento. E quando houver uma nova vaga, o banco é obrigado a fazer um processo de seleção interna para preenchê-la. Para cada cargo e função o banco deve apresentar a grade curricular necessária e oferecer o curso aos trabalhadores dentro do expediente. Em caso de descomissionamento do bancário, a comissão será incorporada ao salário integralmente. Fim das metas abusivasAs metas serão definidas pela agência/departamento com a participação de todos os trabalhadores, levando em consideração também a abordagem ao cliente e o tempo para sua execução. As metas serão obrigatoriamente coletivas. A constituição das metas deverá levar em consideração a região, o porte da agência, o número de funcionários, a base de clientes e o perfil econômico local. As metas serão regressivas proporcionalmente ao seu cumprimento. As metas estabelecidas coletivamente serão adequadas no caso de afastamento, licença, ausência, férias de funcionários, etc. As metas não serão aplicadas aos caixas. Ficam proibidas quaisquer tipos de comparação dos resultados obtidos, elaboração de rankings ou classificação por desempenho individual, da agência ou por região. Valorização dos pisos salariaisAumento progressivo, em três anos, até atingir o piso do Dieese, atualmente estimado em R$ 2.074, sendo incorporado 50% da diferença entre o piso da categoria (R$ 921,49) e o piso do Dieese neste ano, 25% em 2009 e outros 25% em 2010. Desta forma, neste ano, o piso da categoria passaria a valer R$ 1.497,75 para escriturários, R$ 1.947,07 para caixas e tesoureiros, R$ 2.321,50 para primeiro comissionado, e R$ 3.369,93 para gerente Contratação da remuneração totalDistribuição de 5% da receita de prestação de serviços de forma igualitária entre todos os bancários. O pagamento deverá ser feito após a publicação do balanço trimestral. Além disso, 10% de toda a produção da agência deve ser distribuída entre os trabalhadores da unidade. Aumento da PLR Os objetivos são elevar o valor da PLR e simplificar os critérios de distribuição: três salários mais R$ 3.500 para todos, sem limitador e sem teto. Vale-refeiçãoAumentar o valor para R$ 17,50, de forma a compensar a inflação dos alimentos dos últimos 12 meses. Cesta-alimentaçãoR$ 415,00, o mesmo valor do salário mínimo. Além disso, os bancários reivindicarão a 13ª cesta-alimentação conquistada no ano passado. Auxílio-CrecheDeve ter o mesmo valor do salário-mínimo (R$ 415), com ampliação da idade para 8 anos e 11 meses e comprovação anual dos gastos. Novas conquistasAuxílio-educação e a criação de um plano de previdência complementar fechado, com gestão compartilhada EmpregoRatificação da convenção 158; defesa do emprego; cumprimento da jornada de 6 horas; contratação de mais funcionários, estabelecendo efetivo mínimo para o atendimento aos clientes Segurança bancáriaInstalação de portas de segurança em todas as agências bancárias, já no auto-atendimento; pagamento de adicional de risco de vida no valor de 40% do salário para funcionários de agências e PABs Eixos políticosDefesa dos bancos públicos. Ampliação do crédito produtivo para investimentos, principalmente agrícola. Redução da taxa de juros. Regulamentação do artigo 192 da Constituição Federal (que estabelece o papel do sistema financeiro no país). Fonte: Contraf/CUT
Categoria: papo de bancários
Escrito por william-mendes às 20h32
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BB e Nossa Caixa
Banco do Brasil e Nossa Caixa divergem sobre valor de ativos, diz jornal Vanessa Adachi e Raquel BalarinValor Econômico O início das negociações de incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil foram anunciados há três meses, mas as conversas ainda não chegaram no quesito preço. Terminada a "due dilligence" (verificação de ativos e passivos), a negociação agora está concentrada em quatro pontos fundamentais: chegar a um acordo sobre quanto valem a conta única do Tesouro paulista, os depósitos judiciais, a folha de pagamentos dos servidores estaduais e resolver a saída que será dada à participação da espanhola Mapfre na seguradora do banco, apurou o Valor. Procurados, BB e Nossa Caixa preferiram não se manifestar.
As divergências não são nada pequenas e alguns participantes até duvidam que a negociação possa estar concluída até novembro, como previu o presidente do BB, Antônio Francisco de Lima Neto. O prazo de novembro é importante porque a incorporação precisa ser aprovada pela Assembléia Legislativa de São Paulo e os deputados estaduais entram em recesso em dezembro. Como as duas instituições são de capital aberto, arrastar as negociações para 2009 é contra-indicado - a Comissão de Valores de São Paulo (CVM) já tem enviado questionamentos. E o governador de São Paulo, José Serra, tem pressa. Quer usar os recursos para alavancar os investimentos, com vistas às eleições de 2010.
De um lado, o governo paulista tenta valorizar seus ativos, especialmente a conta única, a folha de servidores e os depósitos judiciais. De outro, o BB negocia para pagar menos. Segundo fonte que acompanha as discussões, o fato de ambos os bancos serem instituições públicas, cujos negócios estão sujeitos a análises de órgãos como os Tribunais de Contas, torna as conversas mais difíceis. Entre os pontos de divergência, um dos principais diz respeito aos depósitos judiciais - depósitos determinados em processos que tramitam na Justiça e que ficam bloqueados até o término da ação. Por lei, tanto os depósitos judiciais como a conta única do Estado (que centraliza as operações bancárias do Tesouro do Estado) têm que ficar em um banco público.
Como o BB se encaixa na regra, o governo paulista quer cobrar um valor alto por esses dois ativos. O argumento é de que esses recursos têm um custo de captação barato. Os depósitos judiciais, por exemplo, rendem TR mais 0,5% ao mês e a Nossa Caixa tem conseguido alavancar negócios como o crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) com base nessa captação barata. No fim de junho, o estoque desses depósitos na Nossa Caixa era de R$ 15,2 bilhões.
O BB, segundo apurou o Valor, reconhece que o depósito judicial e a conta única são ativos importantes. Mas tem destacado alguns pontos negativos. No caso da conta única, por exemplo, outro banco público, como a Caixa Econômica Federal, estaria apto a fornecer o serviço. "É bom lembrar que essa é uma decisão política. Quem garante que outro governador que assuma no lugar do Serra irá manter no BB a conta única?", questiona um envolvido. O BB também estaria questionando o fato de que não há 100% de garantia de que os depósitos judiciais permanecerão no banco porque o Judiciário poderia optar por migrá-los para outra instituição pública. Hoje, há uma forte pressão dos bancos privados para que os depósitos possam ser feitos em qualquer instituição, com a mesma rentabilidade de outras aplicações.
Diferentemente dos dois outros ativos, a folha de pagamentos dos funcionários estaduais pode ser transferida para um banco privado. Em março do ano passado, o governador paulista, José Serra, cobrou R$ 2,084 bilhões da Nossa Caixa para que o banco administrasse a sua folha pelos próximos cinco anos, depois que acabou a exclusividade obtida pelo Santander com a compra do Banespa. Dos 5,5 milhões de clientes da Nossa Caixa, cerca de 1,3 milhão são funcionários públicos, de elevado poder aquisitivo. Essa negociação pode fornecer uma idéia do quanto o governo acredita que vale o ativo. O acerto, entretanto, desagradou investidores da Nossa Caixa, que consideraram o preço alto demais. As ações do banco despencaram e só voltaram a se recuperar agora, com a notícia do interesse do BB.
Para o BB, a folha de pagamento tem um valor menor do que a estimada pelo governo paulista e decrescente, já que a partir de janeiro de 2012 os funcionários públicos terão direito de escolher onde querem receber seu salário. No máximo, portanto, o BB teria três anos para explorar essa base de clientes - os anos de 2009, 2010 e 2011. A Nossa Caixa argumenta que a fidelização desse cliente costuma ser elevada, com base na sua própria experiência no embate com o Santander no ano passado.
Outro ponto de destaque na negociação é o preço a ser pago pelo BB na sociedade que a Nossa Caixa tem com a seguradora Mapfre. O grupo espanhol tem 51% das ações da Nossa Caixa Mapfre Vida e Previdência, enquanto o banco paulista tem os demais 49%. O acordo entre os sócios prevê que, em caso de transferência de controle da Nossa Caixa, a Mapfre tem direito de sair do capital da seguradora, vendendo a sua participação para a instituição que vier a assumir o banco, ou seja, o BB. Os parâmetros do preço estão definidos em contrato. É muito provável que a Mapfre exerça o direito, já que passaria a competir com a seguradora do BB dentro da rede de agências do banco. Procurada, a Mapfre não comentou o assunto.
As complicações não param por aí. Pelo que se definiu até o momento, caso seja concretizado o acordo entre o governo paulista e o BB, a Nossa Caixa é incorporada pelo banco federal. Em contrapartida, o BB emitiria novas ações e as entregaria para a Nossa Caixa. O interesse de Serra é receber o máximo em dinheiro e o mínimo em ações. Já o BB tem limites para o pagamento em "cash". No caso de Besc (Santa Catarina) e BEP (Piauí), a incorporação está sendo feita com a entrega de papéis do BB. A diferença dessas duas instituições e da Nossa Caixa é que os bancos de SC e PI são federalizados e as ações do BB vão para o Tesouro Nacional em troca de abatimento de dívida dos Estados. Na Nossa Caixa, quem recebe o pagamento é o controlador, o Tesouro paulista.
No caso de pagamento em ações, o interesse do governo paulista é transformar os papéis em dinheiro o mais rápido possível, a tempo de financiar as obras que possam contar a favor de Serra nas eleições de 2010. Mas todos os envolvidos concordam que a venda de um bloco de ações tão grande (o valor de mercado da Nossa Caixa era na sexta-feira de R$ 4,2 bilhões) seria inviável porque derrubaria os papéis do BB. Por quanto tempo, então, essas ações teriam de ficar bloqueadas (prazo de "lock up", no jargão do mercado)? Se o prazo for prolongado, o governo paulista ficaria sujeito às oscilações do papel, que poderia alterar substancialmente as condições de venda. A trajetória das ações das duas instituições desde que a proposta de incorporação foi anunciada já é um complicador nessa negociação. O papel ON da Nossa Caixa subiu 46% desde 21 de maio, enquanto o do BB caiu 18,49% (a queda do Ibovespa foi de 22,75% no mesmo período.
A quantidade de complicações tem levado a uma multiplicação de conselheiros da operação. Pelo lado do governo paulista, o Banco Fator fará o laudo de avaliação do banco e o Citi é o responsável pela modelagem de venda e negociações. O banco de investimentos Merrill Lynch foi contratado para assessorar o BB. Mais recentemente, a Nossa Caixa tomou a decisão de contratar assessores independentes daqueles do Estado. O JP Morgan fará um laudo de avaliação para o conselho do banco e o Morgan Stanley prestará assessoria semelhante ao conselho.
Fonte: Valor Econômico
Categoria: papo de bancários
Escrito por william-mendes às 13h57
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Coisas
Terminei ontem o livro do Saramago e retomei hoje a Montanha do Thomas Mann.
Categoria: Pessoalidades
Escrito por william-mendes às 15h38
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Bela corrida de domingo
Ufa! corri 10 km em 62'34" em uma bela manhã ensolarada.
Tudo combinou bem: fui dormir cedo; meu pai se saiu bem na operação; o dia estava gostoso e corri na rua em terreno plano (já havia mentalizado durante a semana o longa que queria fazer hoje)
Bom, falta bastante para me preparar para correr melhor que o ano passado os 15 km da São Silvestre, quando debutei na prova.
Categoria: Pessoalidades
Escrito por william-mendes às 15h36
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Coisas
Tenho ouvido um pouco de música clássica, que gosto há bastante tempo. Esses dias ouvi Vivaldi, Bach, Mozart e hoje Händel.
Estou terminando de reler Ensaio Sobre a Cegueira, de Saramago. É uma coisa única!
Categoria: Pessoalidades
Escrito por william-mendes às 13h22
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Corrida de sábado
Apesar do dia estar frio e ser bom para correr, fiz uma corrida pequena. Preferi forçar um pouco mais no ritmo que na distância.
Corri 3.750 em 20' e caminhei mais um pouco.
Categoria: Pessoalidades
Escrito por william-mendes às 13h18
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