 |
|
|
BANCO DO BRASIL - PREMISSAS DA CONTRAF-CUT PARA PCCS
Comissão de Empresa do BB define premissas para negociar PCCS A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) da Contraf-CUT discutiu, em reunião realizada nesta terça e quarta-feira, dias 17 e 18, no Sindicato dos Bancários de Brasília, critérios e princípios para a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), além dos outros assuntos importantes como a terceirização, mesas temáticas e questões de negociação permanente.
O próximo passo é apresentar as premissas de negociação do PCCS para a categoria em todo o Brasil. Depois dos ajustes, os tópicos serão discutidos nas negociações com o banco.
Os empregados querem que o BB garanta a valorização do funcionário e dê possibilidades de crescimento ao longo da vida profissional. "O texto acerca do PCCS que formulamos na reunião e que ainda deverá ser ajustado será debatido com os bancários de todo o Brasil e discutido durante a plenária ainda neste ano com os dirigentes dos sindicatos", reforça Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa.
"Antes de discutir os números e valores, temos que definir todas as premissas, devemos definir todos os tópicos sem deixar furo, com princípios permanentes para que o plano de carreira ocorra efetivamente", completa Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.
Critérios para PCCS
O banco se comprometeu na campanha salarial deste ano a implementar um plano até 30 de junho de 2010. Os principais critérios que precisam compor o PCCS devem contemplar: - Valorização no PCS da antiguidade e do mérito considerando a incorporação das comissões. - Adoção da jornada de 6 horas para todos os funcionários. - Adoção de normas definidas para analisar, avaliar e classificar os cargos comissionados. - Metodologia mais transparente para encarreiramento e garatia de seu cumprimento. - Promoção da progressão horizontal e vertical.
Saúde e previdência
Nas mesas temáticas de saúde e previdência serão discutidos os seguintes temas com os representantes do banco. Saúde - Sesmt - licença saúde - remuneração na licença saúde - perícia do INSS - comitê de ética - assédio moral
Previdência - voto de minerva - benefício do risco do plano 2 e resgate da parte patronal
Terceirização
Os critérios de contratação de funcionários não concursados no banco foram discutidos na reunião da CEBB. A Comissão exigirá do banco que só sejam admitidos terceirizados nos cargos de apoio, nas seguintes funções: vigilância, asseio, conservação, telefonia e assessoria.
"A questão da mão-de-obra dos contratados para estágio que acabam fazendo outras funções deve ser discutida também", ressalta Eduardo Araújo.
Fonte: Seeb Brasília
Categoria: papo de bancários
Escrito por william-mendes às 15h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Leitura e estudos Neste feriado li e vi um documentário sobre a Guerra Civil Espanhola. Estou chocado do quanto eu não sabia nada a respeito. Também li um pouco sobre relações internacionais e teorias do Estado. Também estudei um pouco de idiomas.
Categoria: Formação e pessoal
Escrito por william-mendes às 17h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Volta do luto
Após 3 dias em Minas Gerais, partilhando o sofrimento da perda em família, estou de volta à Contraf-CUT. Pela manhã, estou lendo as últimas notícias para me atualizar um pouco das questões políticas e sindicais.
Escrito por william-mendes às 13h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
AUSÊNCIAS AUTORIZADAS PARA BANCÁRIOS DO BB 2009/10 Esta é a redação em vigor desde 1o de setembro de 2009 para as ausências permitidas aos bancários do BB sem reflexos no salário e demais direitos. Além das citadas temos ainda as LAPEF. CLÁUSULA DÉCIMA – AUSÊNCIAS AUTORIZADAS Sem prejuízo da respectiva remuneração serão concedidas aos funcionários as seguintes ausências: I – FALECIMENTOS: a) de parentes do funcionário(a): a.1) pais, filhos, tutelados, cônjuge ou companheiro(a), inclusive do mesmo sexo, inscritos no BANCO ou no INSS, irmãos, avós, bisavós, netos e bisnetos – 4 (quatro) dias úteis consecutivos;
a.2) sogros, genros e noras – 3 (três) dias corridos; a.3) cunhados, tios e sobrinhos – 1 (um) dia. b) de parentes do cônjuge ou companheiro(a), inclusive do mesmo sexo, inscrito no Banco ou no INSS: b.1) filhos e tutelados – 4 (quatro) dias úteis consecutivos; b.2) avós, pais, netos, genros e noras – 3 (três) dias corridos; b.3) irmãos, cunhados, tios e sobrinhos – 1 (um) dia. II – CASAMENTO – 8 (oito) dias corridos; III – NASCIMENTO DE FILHOS – 5 (cinco) dias corridos, ao pai, garantido o mínimo de 3 (três) dias úteis, no decorrer da primeira semana de vida do filho; IV - DOAÇÃO DE SANGUE – 1 (um) dia por semestre; V - INTERNAÇÃO HOSPITALAR – cônjuge, companheiro(a), inclusive do mesmo sexo, filhos, pais – 1 (um) dia por ano; VI - ACOMPANHAR FILHO OU DEPENDENTE MENOR DE 14 ANOS AO MÉDICO – 2 (dois) dias úteis por ano, mediante comprovação, em até 48 (quarenta e oito) horas; VII – COMPARECIMENTO A JUÍZO – nos termos da Lei nº 9.853, de 27.10.1999; VIII – PARTICIPAÇÃO EM COMPETIÇÃO ESPORTIVA – O funcionário que for convocado para integrar Seleção Brasileira ou equipe esportiva da AABB ou Satélite Esporte Clube (nas competições programadas pela FENABB) tem a ausência abonada, na quantidade necessária à realização do evento. Parágrafo Único – Para efeito desta cláusula, sábado não será considerado dia útil.
Categoria: direitos e conquistas
Escrito por william-mendes às 12h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
O APAGÃO DO PSDB/DEM by Eduardo Guimarães | | | 13/11/2009 | Crônica política
Até ‘apagão’ de Lula é melhor
Já que José Serra teima em mandar a Globo, a Folha, a Veja, o Estadão e os penduricalhos destes tentarem enfiar na cabeça das pessoas que o blecaute de terça-feira é igual aos oito meses de racionamento draconiano de energia elétrica com o qual o governo Fernando Henrique Cardoso torturou o país, vamos às comparações para descobrir se é tudo mesmo tão igual como dizem o governador tucano e sua mídia. Apagão de FHC (2001 e 2002) O país teve que economizar 20% de energia elétrica durante o período do racionamento. Se os brasileiros não tivessem conseguido economizar, teriam ocorrido cortes periódicos e programados de energia elétrica nas cidades. O plano atingiu 35% dos consumidores residenciais do Sudeste e o Centro-Oeste e 87,9% dos consumidores do Nordeste, além do comércio e da indústria
COMO ERAM AS PENALIDADES
Só era obrigado a economizar 20% quem tinha conta mensal acima de 100 kWh. Quem consumia entre 101 kWh e 200 kWh não pagava multa, mas tinha que economizar 20% para não ter a energia cortada. Quem consumia acima de 200 kWh por mês ficava sujeito a corte e multa. As contas de luz acima de 200 kWh mês eram sobretaxadas mesmo que o consumo estivesse dentro da cota.
MULTA VARIAVA DE 50% A 200%
Os consumidores que não reduziam o consumo pagavam tarifas de 50% a 200% mais caras pela energia que ultrapassava a cota. Todo consumo entre 201 kWh e 500 kWh era sobretaxado em 50%, mesmo que o consumidor economizasse os 20% A parcela acima de 501 kWh tinha uma sobretaxa de 200%.
QUEM ULTRAPASSAVA COTA FICAVA NO BREU POR ATÉ 6 DIAS
Quem descumpria as cotas de racionamento estava sujeito a um corte de energia de três dias no primeiro mês e seis dias em caso de reincidência. Para saber qual foi a cota para junho de 2001, no início do racionamento, o consumidor teve que calcular a média do que tinha consumido em maio, junho e julho de 2000 e cortar 20%.
AS COTAS PARA A INDÚSTRIA E COMÉRCIO
Indústria e comércio com rede de baixa tensão tiveram que reduzir o consumo para 80% do consumo médio dos meses de maio, junho e julho do ano passado. Indústria e comércio de alta tensão tiveram a meta calculada em função do nível de tensão e do setor da empresa. Para esse grupo, a meta de redução variava de 75% a 85%. A média também era calculada com base nos consumos dos meses de maio, junho e julho de 2000. O consumidor rural teve que reduzir em 10% o consumo médio de energia a partir do dia 1º de junho de 2001, na comparação com os meses de maio a julho do ano anterior. “Apagão” de Lula (10/11/2009) Falta de luz por períodos que variaram de quinze minutos a três horas. |
Categoria: Comunicação e Democracia
Escrito por william-mendes às 18h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
REUNIÃO DE REDES DE BANCOS INTERNACIONAIS
11/11/2009
Encerradas inscrições para a 5ª Reunião de Redes de Bancos Internacionais Encerrou-se nesta terça-feira, 10, o prazo das federações de bancários para inscreverem seus representantes para a 5ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais de Bancos Internacionais.
O evento será dividido em duas etapas: os bancários de Itaú Unibanco, HSBC e BBVA se reunirão em Santiago, no Chile, nos dias 26 e 27 de novembro; já os trabalhadores de Santander, Banco do Brasil e a Rede Internacional de Bancos Públicos se reunirão em São Paulo, nos dias 1 e 2 de dezembro.
Organizado pela UNI Américas e pela Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul (CCSCS), com o apoio do projeto CUT/FNV e da Fundação Friedrich Ebert, o encontro visa promover o diálogo internacional e a integração entre os trabalhadores do setor financeiro.
A quinta edição irá aprofundar o debate para melhor utilizar os instrumentos internacionais disponíveis, como as diretrizes da OCDE e a ISO 26000, perante os descumprimentos por parte dos bancos de vários direitos fundamentais do trabalho.
Fonte: Contraf-CUT
Categoria: papo de bancários
Escrito por william-mendes às 16h11
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
6a MARCHA LEVA 50 MIL AO PLANALTO CENTRAL
Balanço da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora |  |  |
| Escrito por Isaias Dalle e Luiz Carvalho, de Brasília | | 11/11/2009 | Centrais sindicais levam 50 mil trabalhadores a Brasília e fazem a maior das seis Marchas
A sexta edição da manifestação, que nos anos anteriores foi fundamental para implementar uma política de valorização do salário mínimo no Brasil, contou com 50 mil trabalhadores, que começaram a se concentrar desde as 7h no estacionamento do estádio Mané Garrincha, próximo ao Eixo Monumental. Por volta das 10h, deram início à caminhada rumo ao Congresso Nacional.
Neste ano, as entidades definiram seis eixos unificados:
*exigir que o Congresso aprove o PL 01/07, que efetiva a política de valorização do salário mínimo; *novo marco regulatório para o pré-sal, que garanta soberania nacional sobre a exploração e o uso dos recursos, destinando-os a políticas públicas de combate às desigualdades sociais e regionais; *atualização dos índices de produtividade da terra e aprovação da PEC 438/01 contra o trabalho escravo; *ratificação das Convenções 151 e 158 da OIT; *aprovação do PL sobre a regulamentação da terceirização e combate à precarização nas relações de trabalho e, *principalmente, redução da jornada sem redução do salário.
Entre os parlamentares do campo democrático e popular que marcaram presença e manifestaram apoio às reivindicações, estava o deputado federal responsável pela relatoria do projeto de redução da jornada, Vicente de Paula, o Vicentinho. “Mais importante até do que juntar entidades de posição ideológica distinta é constatar a unidade que existe entre elas, porque o empresariado está dividido sobre a redução. Parte já pratica as 40 horas semanais, outros ainda resistem. Eu tenho certeza que se o projeto for ao plenário da Câmara e do Senado será aprovado”, afirmou.
Por volta das 11h, a marcha estacionou diante do edifício do Congresso. Presidente nacional da CUT, Artur Henrique, explicou os resultados positivos da aprovação na Casa de cada eixo da pauta da classe trabalhadora, em especial da valorização do salário mínimo. “Mais de 43 milhões de brasileiros vivem com um salário mínimo, sendo 18 milhões de aposentados. Esse povo espera e quer que o Congresso aprove a política de valorização do salário mínimo, que foi fruto da mobilização das centrais, para garantir que a valorização permaneça até 2023, fazendo com que isso não seja uma política apenas do governo Lula, mas também de Estado”, defendeu.
A CUT levou aproximadamente 30 mil militantes e foi a maior delegação entre as centrais, algo que podia ser facilmente comprovado por qualquer observador da manifestação.
Após o encerramento da passeata diante do parlamento, cerca de 6 mil cutistas seguiram para a Praça dos Três Poderes, onde encerraram a 6ª Marcha da Classe Trabalhadora num aguerrido protesto perante a sede do STF (Supremo Tribunal Federal). Proibidos de lá chegar com o caminhão de som, os dirigentes recorreram ao bom e velho megafone - na verdade, dois - para protestar contra o interdito proibitório, instrumento da Justiça Cível que, apesar de tratar de direito de propriedade, tem sido aplicado pelo STF, a pedido dos empresários, para impedir mobilizações e greves. O STF também foi alvo de protesto em função das decisões que tem tomado, a partir de ações diretas de inconstitucionalidade, para derrubar avanços conquistados legitimamente pela mobilização e capacidade de negociação dos movimentos sociais. Houve espaço também para apoiar a libertação do militante de esquerda italiano Cesare Battisti, para quem integrantes do STF defendem a extradição ao seu país de origem.
Audiências com Temer e Sarney
Antes do ato no Supremo e enquanto as lideranças sociais ainda comandavam a manifestação política em frente ao Congresso, os presidentes e outras lideranças das seis centrais sindicais foram recebidas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP). Ele recebeu a pauta de reivindicações da 6a Marcha e questionado sobre a redução da jornada sem redução de salário, cuja PEC está à espera de votação em plenário na Câmara, afirmou: "É uma matéria polêmica, não há dúvida. Simplesmente marcar uma data para votação em plenário não dá certo. O que eu quero fazer é sentar com os deputados que representam o grupo contrário à medida e os favoráveis, mais as centrais sindicais, e encontrar um caminho para encaminhar o tema com entendimento entre os líderes partidários".
Temer prometeu instalar uma espécie de comissão de deputados e centrais para elaborar uma forma de enviar a PEC ao plenário com grande possibilidade de aprovação.
Já o presidente do Senado, José Sarney, em uma audiência relâmpago - alegou compromisso inadiável - prometeu colocar a ratificação da convenção 151 para votação, com prioridade. A 151, que estabelece a negociação sindical e coletiva permanente no serviço público, já foi ratificada pela Câmara.
Além dos militantes do movimento sindical, a mobilização levou também outros representantes dos movimentos sociais ao Distrito Federal, representados pela UNE (União Nacional dos Estudantes) e pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra). Trabalhadores unidos
A CUT e as demais centrais sindicais do País se uniram na manhã desta quarta-feira (11) para promover a tradicional Marcha Nacional da Classe Trabalhadora. E fizeram a maior das mobilizações unitárias desde 2004.
| | Atualizado em ( 11/11/2009 ) |
Escrito por william-mendes às 20h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
6a MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA
Contraf-CUT participa da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, nesta quarta-feira Os bancários também estarão na 6ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, nesta quarta-feira, 11, a partir das 9h, em Brasília, organizada pelas centrais sindicais. A pauta unificada das centrais para a mobilização cobra a redução da jornada de trabalho para 40h semanais sem redução de salários, reforma agrária, com revisão dos índices de produtividade, além de discutir o marco regulatório para a exploração do petróleo do pré-sal, entre outros pontos.
A concentração para a marcha será no Estádio Mane Garrincha. Após a marcha, os bancários participam também de ato contra o uso dos interditos proibitórios, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).
"A marcha faz parte de uma jornada de lutas que pretende trazer para a classe trabalhadora debate sobre temas fundamentais para o seu dia a dia, como a redução da jornada de trabalho, que permite ao trabalhador se apropriar de parte do ganho pelo aumento de produtividade sem redução dos salários. Isso por si só pode gerar milhões de empregos, garantir melhor qualidade de vida e permitir uma melhor distribuição de renda", avalia Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT. "Também é importante o debate sobre a forma de exploração do conteúdo do pré-sal, para que toda a nação possa se beneficiar das riquezas e naõ apenas um pequeno grupo de exploradores", acrescenta.
O presidente da CUT, Artur Henrique, disse em entrevista coletiva concedida nesta terça, que já estão confirmadas audiências com o presidente da Câmara, Michel Temer, para as 13h30. Com José Sarney, a audiência está marcada para as 15h30. "Temos convicção que vamos ter audiência com Lula, mas estamos apenas esperando confirmar a hora", afirmou (veja mais aqui).
Pelo direito de greve
Os trabalhadores realizam também uma manifestação contra o uso do interdito proibitório. O ato acontece em frente ao STF, e conta com a participação dos bancários, que esperam entregar aos ministros do Supremo um documento sobre o tema.
O interdito proibitório é um recurso jurídico usado originalmente para garantir a posse de propriedades. As empresas, especialmente os bancos, deturparam a função do instrumento e, aproveitando-se de brechas na lei, conseguem fazer uso de força policial nas agências e concentrações durante manifestações, greves e paralisações dos trabalhadores, apesar de esses serem direitos garantidos pela Constituição Federal.
Os interditos prevêem multas que podem chegar a R$ 1 milhão. Alguns proíbem a aproximação do Sindicato num raio de 200 metros dos locais de trabalho e outros prevêem até a apreensão de objetos e pessoas que estejam em frente aos bancos, admitindo para isso o uso de força policial.
Eixos da 6ª Marcha Marcha da Classe Trabalhadora Brasília, 11 de novembro, 9h. Concentração no Estádio Mané Garrincha
- Redução da jornada de trabalho sem redução de salário
- Votação do PL 01/07 que efetiva a valorização do salário mínimo
- Novo marco regulatório para o pré-sal, que prevê a garantia do controle estatal e social do petróleo e seus derivados em todo o território nacional e que reafirma nossa soberania
- Ratificação das Convenções 151 (sobre a garantia de negociação coletiva no serviço público) e 158 (que coíbe a demissão imotivada) da OIT
- Aprovação do PL 1621/07
- Proposta da CUT encaminhada à Câmara pelo deputado Vicentinho (PT-SP), sobre a regulamentação da terceirização e combate à precarização nas relações de trabalho
- Mudanças amplas e imediatas para todas as aposentadorias, incluindo aumento real para os benefícios acima do salário mínimo e regras que garantam inclusão e assegurem que mais e mais brasileiros se aposentem por tempo de contribuição, com 100% dos benefícios
Fonte: Contraf-CUT, com CUT e Seeb-SP
Escrito por william-mendes às 15h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |