ELEIÇÕES: DILMA x SERRA - MENSAGEM AOS MEUS COLEGAS DO BB

Olá colegas bancário(a)s, repasso a vocês um pouco do que eu vivi como funcionário do BB entre 1995 e 2002. Peço que vocês conversem com os colegas novos nas agências e deptos do BB, pois muitos não têm ideia do que sofremos na mão dos tucanos.
 
Abraços e peço que sempre que possível, conversem com as pessoas e peçam o voto na candidata Dilma Rousseff para não voltarmos ao passado terrível que tivemos nos anos 90.
 
Caso queiram conversar comigo para perguntar sobre o tema, me liguem na Contraf-CUT ou me escrevam.
 
William Mendes, funcionário do BB desde 1992
 

 

Refresque a memória para escolher em quem votar
 

O passado fala muito a respeito da postura das pessoas e do que realmente podem fazer no futuro. Isto também se aplica a governos, partidos e candidatos. É bom refrescar a memória e conferir o que fizeram os atuais candidatos ou governos dos quais participaram.
 
José Serra foi Ministro do Planejamento (1995/96) e Ministro da Saúde (1998/2002) do governo Fernando Henrique Cardoso. O Ministério do Planejamento controla o DEST, departamento que supervisiona as empresas estatais federais e determina sua política salarial e de relacionamento com os funcionários.
 
No curto período em que Serra foi Ministro do Planejamento e comandou o DEST, o Banco do Brasil demitiu, em um único mês (julho de 1995), 14 mil trabalhadores, através do programa de demissão “voluntária”. O ambiente de pressão foi tão terrível que milhares de colegas foram expulsos do banco ou foram transferidos compulsoriamente para outros Estados. Sofremos um assédio moral tão pesado que muitos não resistiram.
 
Também em 1995, Serra e FHC impuseram um período de congelamento salarial que durou até 2001, ano em que os funcionários do BB conseguiram o primeiro reajuste diferente de zero: 1%. Depois de seis anos de salários congelados, somente 1%!
 
O Governo FHC e seu Ministro do Planejamento patrocinaram um dos períodos mais tenebrosos da história do funcionalismo do BB. Os dirigentes do BB eram tão insensíveis e aquele governo era tão truculento que o funcionalismo perdeu as esperanças e nem conseguia reunir forças para fazer greve e lutar por melhores condições de vida e trabalho.
 
O ânimo só foi recuperado em 2003, quando os bancários observaram que valia a pena reclamar, porque do outro lado alguém ouviria suas reivindicações.
 
Funcionário do BB e cidadão brasileiro, seu voto poderá apoiar ou combater a volta deste passado difícil. Refresque sua memória e decida!
 
Para mais informações, acesse o site www.seguirmudando.com.br