A Categoria Bancária - Formação e Informação em Rede Cutista

direitos e conquistas



 
 

PARABÉNS AOS BANCÁRIOS!! GRANDE CATEGORIA DE LUTA!!

Dia do Bancário celebra história de lutas e conquistas em todo Brasil

 
Neste sábado, 28 de agosto, é comemorado o Dia do Bancário. Em todo país, os sindicatos organizam atividades, sobretudo de confraternização, celebrando a história de lutas e conquistas da categoria. A Contraf-CUT parabeniza cada bancário e bancária que com garra, competência e dedicação valoriza a profissão e mantém acesa a chama da luta coletiva e solidária.

Criada há 56 anos para recordar uma das mais importantes greves da categoria, a data serve hoje de exemplo para a importância da mobilização para a Campanha Nacional 2010, que já está nas ruas em todo Brasil.

Um pouco de história

Foi em 28 de agosto de 1951 que começou uma das mais longas e vitoriosas campanhas salariais da categoria. Os bancários reivindicavam um reajuste de 40%, salário mínimo profissional e adicional por tempo de serviço. A contraproposta dos patrões, de 20% de aumento, foi considerada insuficiente e os bancários decidiram entrar em greve. Foram 69 dias de paralisação, até que, em 5 de novembro, a Justiça concedesse um reajuste de 31%, pondo fim à paralisação.

"É importante resgatar essa história para nos lembrarmos que não existem conquistas sem luta. Nenhum dos nossos direitos, como a Convenção Coletiva Nacional, jornada de seis horas, piso salarial unificado, PLR e outros, foi concedido pela generosidade dos bancos. Todos eles foram frutos de batalhas da categoria e é para isso que devemos estar prontos novamente este ano", diz Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

Campanha Nacional 2010

Na primeira rodada de negociação, realizada na terça-feira, dia 23, em São Paulo, o Comando Nacional e a Fenaban definiram o calendário de discussões e iniciaram o debate sobre saúde do trabalhador e condições de trabalho, com foco no assédio moral. A negociação prosseguirá na próxima quarta e quinta-feira, dias 1° e 2 de setembro, com a continuidade dos temas de saúde do trabalhador e segurança bancária.

Para a próxima terça-feira, dia 31, véspera dessa segunda rodada de discussões, o Comando Nacional convocou a realização de um Dia Nacional de Luta, com foco no combate ao assédio moral, às metas abusivas e à falta de segurança bancária.

"A economia brasileira está numa situação positiva e o sistema financeiro, como sempre, está entre os setores que mais lucram, em cima de juros e tarifas elevados, metas abusivas e baixos salários. Precisamos pressionar os bancos, cobrando melhores condições de saúde, segurança e trabalho, além de qualidade de atendimento para os clientes. Um outro banco é preciso com as pessoas em primeiro lugar", completa Carlos Cordeiro.


Fonte: Contraf-CUT



Escrito por william-mendes às 20h43
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28 DE AGOSTO: ANIVERSÁRIO DA CUT E DIA DO BANCÁRIO

Greve histórica de 51 deu origem ao Dia do Bancário
Luta conquistou reajuste de 31% e lançou bases para a criação do Dieese. CUT também comemora inauguração
Sempre nas ruas

 

São Paulo – A categoria que participou dos mais importantes momentos da política brasileira e ajudou a construir a democracia no país comemora neste sábado, 28 de agosto, o Dia do Bancário.

A data teve origem na vitoriosa greve dos bancários de 1951, que começou no dia 28 de agosto e durou 69 dias. “Os trabalhadores de São Paulo foram os únicos a manter as reivindicações e não aceitaram a proposta inicial dos bancos de 20%. Acabaram conquistando 31% de reajuste, além de colocar em xeque a lei de greve do governo Dutra e de lançar as bases para a fundação do Dieese”, explica a presidenta do Sindicato Juvandia Moreira.

Os grevistas enfrentaram forte repressão, mas os banqueiros, que ameaçavam retirar direitos como salário profissional e adicional por tempo de serviço, ficaram surpresos com a capacidade de organização e mobilização da categoria. Após o término do movimento, muitos grevistas foram demitidos e outros transferidos para cidades do interior do Estado, o que teve o efeito positivo de levar lideranças a outros municípios, propiciando a formação de novos sindicatos.

Dieese – A greve de 1951 trouxe outras repercussões importantes, como a criação do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), quatro anos mais tarde. As sementes do hoje respeitado instituto foram lançadas a partir do questionamento dos índices oficiais de custo de vida do governo, que por pressão dos bancários tiveram de ser refeitos naquele ano e pularam inexplicavelmente de 15,4% para 30,7%. O Dieese surgiu com o objetivo de municiar os trabalhadores com dados estatísticos confiáveis.

CUT – Outro acontecimento histórico lembrado no dia 28 de agosto é o aniversário da CUT (Central Única dos Trabalhadores), fundada durante o 1º Congresso Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), em 1983. Numa época em que o Brasil ainda vivia sob o jugo da ditadura militar, o plano aprovado pelos cerca de 5 mil trabalhadores reunidos em São Bernardo do Campo previa lutas pelo fim da lei de segurança nacional e por eleições diretas para presidente.

A Central está comemorando seus 27 anos com o lançamento da TV e Rádio Web CUT no novo Portal do Mundo do Trabalho (
www.cut.org.br). Os programas exibidos pretendem retratar a realidade dos sindicatos que representam os mais de 20 milhões de trabalhadores ligados à central, que é a maior do país.



Seeb SP - Danilo Pretti Di Giorgi - 26/08/2010



Escrito por william-mendes às 17h10
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PTO ELETRÔNICO: para FEM-CUT Portaria 1510 é RETROCESSO

Os metalúrgicos da CUT consideram a portaria 1510 do MTE sobre o ponto eletrônico um retrocesso para as grandes categorias que conquistaram controle melhor que o ponto eletrônico devido à OLT - Organização no Local de Trabalho.

Nota oficial

 

Para FEM-CUT, portaria do ponto eletrônico é um “retrocesso”


Em nota, a Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da CUT, que representa 250 mil metalúrgicos em todo o Estado, não concorda com a nova portaria do Ministério do Trabalho que determina que as máquinas de controle de ponto tenham que emitir um cupom para o trabalhador com os horários de entrada e de saída. Segundo o Ministério, esta nova medida entrará em vigor em todo o País no dia 26 de agosto.

Leia a seguir:

 

A implantação da nova portaria 1510 do Ministério do Trabalho, que regulamentou o registro eletrônico do ponto e entrará em vigor em todo o País no dia 26 de agosto, tem preocupado o movimento sindical e principalmente os sindicatos metalúrgicos filiados à CUT no Estado de São Paulo. As novas obrigações são complexas, envolvem troca ou adequação de equipamentos, compra de impressoras e, principalmente, retorno às imensas filas para retirada do extrato do ponto, na entrada e saída do funcionário.

O fato é que muitos metalúrgicos do ABC e do interior paulista há anos conquistaram por meio da negociação coletiva a implantação de sistemas alternativos de controle de jornada (exceções) ou simples dispensa da marcação do ponto. Nestas situações a fiscalização é realizada pelos próprios trabalhadores e sindicatos, os maiores interessados no cumprimento dos direitos conquistados.  

A grande questão é que esta portaria desconsiderou estas experiências, não contemplou realidades vitoriosas e previstas em acordos coletivos de trabalho, firmados e renovados ano a ano com os sindicatos profissionais. Esta portaria, que tem um nobre objetivo de combater a fraude, não se ajusta aos ambientes onde as relações de trabalho alcançaram um padrão de conquistas acima do nacional, como no nosso ramo. Para nós, esta portaria significa um desprestígio às categorias que já negociam controle de ponto mais flexível nos acordos coletivos.

Por isso, propomos a incorporação de dispositivos na Portaria que reconheçam  e respeitem os acordos coletivos negociados e aprovados pelos trabalhadores.  Até mesmo porque é a organização no local de trabalho que torna o ambiente laboral menos insalubre, com postos de trabalho de melhor qualidade e sem margens para práticas fraudulentas.

Para inibir tais práticas, não existe nada mais eficiente que o olho humano e isso a portaria do Ministério do Trabalho não tem como garantir, ao contrário da realidade de muitos sindicatos. Portanto, somos contra o retrocesso.

Direção da FEM-CUT



Escrito por william-mendes às 23h17
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PCS do Banco do Brasil após campanha 2009/10

NÍVEL  VALOR R$

E1          1.416

E2          1.458

E3          1.502

E4          1.547

E5          1.593

E6          1.641

E7          1.691

E8          1.741

E9          1.793

E10        1.847

E11        1.903

E12        1.960

Já estão incluídos nos valores a gratificação semestral de 25%, paga semestralmente.

Fonte: Revista O Espelho, Contraf-CUT, edição 258 - Nov/2009



Escrito por william-mendes às 17h40
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Salário Mínimo Brasileiro sob gestão do Partido dos Trabalhadores PT

É importante a nota do Dieese sobre o valor do SM do trabalhador brasileiro sob a administração do PT - Partido dos trabalhadores (pela primeira vez no país).

Política de valorização do Salário Mínimo: Considerações sobre o valor em vigor desde  1º de janeiro de 2010
 

A partir de 1º de janeiro, o salário mínimo no Brasil passou a ser de R$ 510,00, um reajuste total de 9,68%, sobre os R$ 465,00 em vigor até dezembro, e um aumento real de 6,02%. A elevação no piso nacional  deve beneficiar cerca de 46,1 milhões de pessoas, entre empregados, trabalhadores por conta própria, empregados domésticos e empregadores, que têm seu rendimento referenciado no salário mínimo. Além disso, o aumento deve permitir a entrada na economia brasileira, de aproximadamente R$ 26,6 bilhões ao longo do ano, e incrementar a arrecadação tributária em R$ 6,8 bilhões.

Considerando-se o período que se estende desde o início do governo Lula (janeiro de 2003) até agora, o salário mínimo já obteve um reajuste nominal de 155,00%, enquanto a inflação acumula alta de 65,93%. Ou seja, houve, no período, um aumento real de 53,67%.

Fonte: Dieese



Escrito por william-mendes às 23h59
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AUSÊNCIAS AUTORIZADAS PARA BANCÁRIOS DO BB 2009/10

Esta é a redação em vigor desde 1o de setembro de 2009 para as ausências permitidas aos bancários do BB sem reflexos no salário e demais direitos. Além das citadas temos ainda as LAPEF.

  

CLÁUSULA DÉCIMA – AUSÊNCIAS AUTORIZADAS

Sem prejuízo da respectiva remuneração serão concedidas aos funcionários as seguintes ausências:

I – FALECIMENTOS:

a) de parentes do funcionário(a):

a.1) pais, filhos, tutelados, cônjuge ou companheiro(a), inclusive do mesmo sexo, inscritos no BANCO ou no INSS, irmãos, avós, bisavós, netos e bisnetos – 4 (quatro) dias úteis consecutivos;

a.2) sogros, genros e noras – 3 (três) dias corridos;

a.3) cunhados, tios e sobrinhos – 1 (um) dia.

b) de parentes do cônjuge ou companheiro(a), inclusive do mesmo sexo, inscrito no Banco ou no INSS:

 

b.1) filhos e tutelados – 4 (quatro) dias úteis consecutivos;

b.2) avós, pais, netos, genros e noras – 3 (três) dias corridos;

b.3) irmãos, cunhados, tios e sobrinhos – 1 (um) dia.

II – CASAMENTO – 8 (oito) dias corridos;

III – NASCIMENTO DE FILHOS – 5 (cinco) dias corridos, ao pai, garantido o mínimo de 3 (três) dias úteis, no decorrer da primeira semana de vida do filho;

IV - DOAÇÃO DE SANGUE – 1 (um) dia por semestre;

V - INTERNAÇÃO HOSPITALAR – cônjuge, companheiro(a), inclusive do mesmo sexo, filhos, pais – 1 (um) dia por ano;

VI - ACOMPANHAR FILHO OU DEPENDENTE MENOR DE 14 ANOS AO MÉDICO – 2 (dois) dias úteis por ano, mediante comprovação, em até 48 (quarenta e oito) horas;

VII – COMPARECIMENTO A JUÍZO – nos termos da Lei nº 9.853, de 27.10.1999;

VIII – PARTICIPAÇÃO EM COMPETIÇÃO ESPORTIVA – O funcionário que for convocado para integrar Seleção Brasileira ou equipe esportiva da AABB ou

Satélite Esporte Clube (nas competições programadas pela FENABB) tem a ausência abonada, na quantidade necessária à realização do evento.

Parágrafo Único –

Para efeito desta cláusula, sábado não será considerado dia útil.



Escrito por william-mendes às 12h24
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Multa trabalhista tem preferência na massa falida

VALOR ECONÔMICO - LEGISLAÇÃO & TRIBUTOS - SÃO PAULO - 20/08/09 - Pg. E1

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais, em uma discussão inovadora, julgou qual é a natureza das multas aplicadas por descumprimento de convenção coletiva trabalhista. À discussão, a corte aplicou a nova Lei de Falências. Os desembargadores da 7ª Turma entenderam que essas multas devem ser englobadas na falência como créditos trabalhistas. Nesse sentido, esses valores terão natureza privilegiada perante a massa falida. O processo transitou em julgado no dia 27 de julho.

Segundo o tribunal, a multa convencional não teria sido criada apenas para penalizar o empregador, mas também para reparar os prejuízos causados ao empregado pelo descumprimento das obrigações nas relações de trabalho, por isso entrariam como créditos trabalhistas na falência. Esses créditos têm prioridade de pagamento nos processos de falência, segundo o artigo 83, inciso I, da Nova Lei de Falências, de 2005. No entanto, o valor a ser recebido por cada trabalhador está limitado a 150 salários mínimos. Com esse entendimento, a turma negou o recurso de uma empresa que presta serviços de vigilância, em processo de falência.

A empresa pretendia que as multas fossem separadas das parcelas rescisórias, sob o argumento de que esses valores não seriam créditos trabalhistas, por se tratar de penalidade à empresa e não de valores gerados pelo contrato de trabalho. Pedia, portanto, que esses créditos fossem classificados como quirografários, últimos a receber, de acordo com a ordem estabelecida na nova Lei de Falências. A empresa tinha sido condenada ao pagamento de uma multa, prevista em convenção coletiva, no percentual de 50% sobre o salário do funcionário, por não fornecer cestas básicas, colete à prova de bala e o não-pagamento da contribuição para o plano de saúde e atraso no de salários.

A classificação dos créditos originados por multa convencional em caso de falência divide opiniões de profissionais que atuam na Justiça do Trabalho. Para o juiz do trabalho Luiz Rogério Neiva, que atua em Brasília, a decisão é acertada pois essas multas seriam provenientes da relação de trabalho. Já o advogado e professor de direito do trabalho na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Marcel Cordeiro, do escritório Neumann, Salusse, Marangoni, essas multas são consideradas como penalidades e não deveriam ser classificadas como créditos trabalhistas.



Escrito por william-mendes às 13h31
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BANCO DO BRASIL - PONTO ELETRÔNICO, UMA CONQUISTA.

Um colega pergunta quando foi instalado o ponto eletrônico no BB.

RESPOSTA:

O ponto eletrônico era uma reivindicação antiga do funcionalismo do BB e deveria ser para todos os funcionários. O banco implantou o ponto em 2000, inicialmente para escriturários e caixas executivos.
 
Depois disso, foi implantado para os demais comissionados como assistentes de negócios e analistas e para a gerência média entre setembro de 2003 e março de 2004 (começou em algumas capitais e foi atingindo o restante dos locais).
 
Em junho de 2006 foi estendido para assessor sênior e para o pessoal de TI.
O Banco do Brasil foi sacana e usou de má-fé na instalação do ponto eletrônico, pois, antes dele, o ponto dos funcionários incluía a pausa de lanche de 15 minutos dentro da jornada. Na instalação, o banco passou a registrar 6 horas e 15 minutos na jornada de trabalho.
 
É importante lembrar que o ponto eletrônico é uma ferramenta e como tal não é infalível. Os bancários precisam utilizá-la como um direito conquistado. Ao fazer hora extra é preciso registrá-la no ponto e nunca aceitar trabalhar em matrículas de terceiros, caso contrário, acaba-se não usufruindo do direito da melhor maneira, além de poder sofrer as consequências de um processo administrativo por fraude no caso de haver problemas posteriores.
 
William Mendes
Secretário de formação da Contraf-CUT



Escrito por william-mendes às 19h08
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CASSI - A VERSÃO DA ENTIDADE

ESTIVE NA QUARTA 1/07/09 EM UM DEBATE COM O PRESIDENTE DA CASSI E COM O GERENTE DA CASSI SP E ELES NOS ADIANTARAM OS PROBLEMAS QUE A NOSSA CAIXA DE ASSISTÊNCIA TEM ENFRENTADO EM RELAÇÃO AOS HOSPITAIS E PLANOS DE SAÚDE QUE FORÇAM A BARRA E BOICOTAM O ATENDIMENTO AO NOSSO PLANO.

CASSI obtém liminar para manter serviços de dois hospitais no DF

Decisão judicial garante atendimento nos hospitais Brasília e Juscelino Kubitschek; apenas dois hospitais continuam com o serviço suspenso

 

Por meio de liminar concedida na noite desta quinta-feira, 2, a Justiça do Distrito Federal determinou que o Hospital Brasília volte a atender os participantes da CASSI. Desde o último dia 30, a instituição de saúde havia paralisado os serviços para os beneficiários do plano.

A liminar vale também para o Hospital Juscelino Kubitschek, que havia anunciado a suspensão de seus serviços a partir do próximo dia 14. 

Além do retorno dos dois hospitais, a Caixa de Assistência conta ainda com o funcionamento normal dos seguintes hospitais:

 

 

Hospital Santa Luzia - SHS 716 Sul

Hospital do Coração - SHS 716 Sul

Hospital Santa Marta - Taguatinga Sul

Hospital Alvorada - Taguatinga Sul

Hospital Planalto – SGAS 914 Sul / Cj. H

Hospital Urológico - 714/914 Sul

Hospital São Lucas - SHS 715/915 Sul 

O Hospital Brasília está situado no Lago Sul (SHI/Sul QI 15) e o Hospital Juscelino Kubitschek, no Sudoeste (SHC/Sul QMSW 4).

Para os casos ambulatoriais, o atendimento continua normal nas clínicas e consultórios de profissionais da rede credenciada da CASSI. A unidade da CASSI na Asa Norte, em Brasília, ampliou o horário de funcionamento, passando a atender das 7h às 21h.

Nos Hospitais do Coração e Santa Luzia, há estruturas para o atendimento diferenciado aos participantes da CASSI, com recepção exclusiva (urgência e emergência), além da aplicação do SAGA – Serviço de Atendimento por Gravidade Assistencial.

Além disso, para reforçar o atendimento no DF, a Caixa de Assistência firmou acordo com novos prestadores de serviços. Foram credenciados o Pronto Atendimento Infantil – PAI, que atende urgências pediátricas todos os dias das 7h às 19h, localizado na Asa Sul; a Multiclínica Cemeg/Focus, no Guará II; e a Prodigest, com ampliação do atendimento para a Asa Norte.

Negociação

Continuam com atendimento suspenso aos beneficiários da Entidade o Hospital Santa Lúcia e Hospital das Clínicas de Brasília. Nos próximos dias, também podem suspender atendimento os Hospitais Prontonorte (em 05/07); Daher (07/07); e Santa Helena (11/07). A CASSI continua buscando entendimento com esses hospitais que optaram pelo descredenciamento. 

Vale ressaltar que todas as equipes e clínicas credenciadas diretamente com a CASSI e que possuem seus consultórios dentro da estrutura física do Hospital Santa Lúcia e Hospital Brasília, mantêm atendimento normal no ambulatório. 

A CASSI mantém a postura de continuar negociando com os hospitais que suspenderam os serviços. Tomará todas as medidas necessárias para se chegar a um acordo, mas sempre considerando que é um plano sem fins lucrativos e que precisa zelar por sua sustentabilidade financeira e pela saúde de seus associados.

O ponto fundamental das negociações reside no fato de que os hospitais que suspenderam os serviços insistem em aplicar indicador de reajuste automático e indexado, prática que não tem amparo contratual e que não é utilizada pelo mercado de saúde. Cabe lembrar que os critérios de negociação da CASSI foram aceitos pelos demais hospitais do DF e são respaldados pela Unidas, entidade que representa o segmento de planos de autogestão.

 Fonte: Cassi



Escrito por william-mendes às 22h40
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CASSI

ALÉM DE NÓS, BANCÁRIOS DO BB E ASSOCIADOS DA CASSI, TERMOS QUE LIDAR COM A MÁ-GESTÃO DA DIRETORIA ELEITA DA CASSI VINCULADA À ANABB, AINDA TEMOS QUE ENFRENTAR O ATAQUE DOS HOSPITAIS E PLANOS DE SAÚDE PRIVADOS CONTRA NOSSA ENTIDADE DE AUTOGESTÃO.

Matéria do Correio Braziliense de hoje.

BRASÍLIA - Liminar favorece usuário da Cassi

Operadora recorre à Justiça e obtém decisão que obriga dois hospitais, Brasília e JK, a atenderem seus associados. Em todo o Distrito Federal, 84 mil clientes contam, agora, com novos estabelecimentos de saúde

Mariana Flores

Uma liminar obtida pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi)(1) , garante o atendimento dos usuários do plano de saúde por mais dois hospitais do Distrito Federal, de acordo com nota divulgada ontem pela própria operadora. O impasse entre hospitais e o convênio resultou no descredenciamento de sete estabelecimentos da capital federal somente nesta semana (veja quadro). Segundo a Cassi, a decisão judicial obtida garante que dois deles mantenham o atendimento: os hospitais Brasília e Juscelino Kubitschek. Ontem à noite o Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) não confirmava a decisão judicial. Até às 20h30, a atendente da emergência do Hospital Brasília informava que os usuários da Cassi deveriam pagar R$ 41 pela consulta na emergência e que a empresa ainda não havia sido notificada sobre a liminar. Ao todo, cinco hospitais suspenderam ou vão cancelar o convênio nos próximos dias. Os 84 mil clientes da operadora no DF têm agora nove opções.

O desligamento se deve a divergências sobre os reajustes das tabelas de diárias e taxas pagas pelo plano aos hospitais. A Cassi diz que os aumentos solicitados são elevados. Os hospitais alegam dificuldades econômicas para manter o atendimento. As negociações continuam.

Os associados à Cassi devem procurar atendimento nos hospitais ainda credenciados. Os pacientes em tratamento podem solicitar que seus médicos atendam nos hospitais que fazem parte de sua rede. Apenas os consumidores internados têm o tratamento garantido nos hospitais que se desligaram do plano. Os estabelecimentos são obrigados a manter o tratamento até que o paciente seja liberado pelo médico.

A disputa entre hospitais e a Cassi se deu por dificuldades nas negociações em relação ao reajuste nos valores pagos por taxas e diárias. De acordo com o Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas, o indexador que vem sendo utilizado desde 2001 nas negociações com os demais planos é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos 12 meses anteriores ao período de negociação. Cassi critica a utilização de um indexador.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar(2) (ANS), os planos de saúde têm liberdade de suspender contratos com hospitais, desde que o atendimento não seja prejudicado. Se isso acontecer, os consumidores devem ligar para o Disque ANS.

CASSI
A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil é uma empresa de autogestão em saúde fundada em 1944 por funcionários do banco. Hoje, tem mais de 700 mil participantes, divididos em dois planos: Plano de Associados e Cassi Família.

O QUE É
A Agência Nacional de Saúde Suplementar é responsável por fiscalizar o mercado de planos de saúde no Brasil. É a ANS que regulamenta o setor de saúde privada. Disque ANS: 0800 701 9656

Situação dos hospitais
  Quem está credenciado
  Hospital Santa Luzia - SHS 716 Sul
  Hospital do Coração - SHS 716 Sul
  Hospital Santa Marta - Taguatinga Sul
  Hospital Alvorada - Taguatinga Sul
  Hospital Planalto - SGAS 914 Sul Cj. H
  Hospital Urológico - 714/914 Sul
  Hospital São Lucas - SHS 715/915 Sul
  Hospital Brasília - QI 15
  Hospital Juscelino Kubitschek - SHC/Sul QMSW 4
  Desligados
  Hospital Santa Lúcia e Hospital das Clínicas de Brasília.
  Desligamento previsto
  Prontonorte (5/7), Daher (7/7) e Santa Helena (11/7).
  Informações
  0800 7290080

Memória

Disputa antiga
 
A disputa entre hospitais e a Cassi se arrasta desde 2003. Em fevereiro daquele ano, laboratórios de análsie clínica, patológica e radiológica da cidade suspenderam o convênio com o plano de saúde por falta de pagamento. Três anos depois, em agosto de 2006, oito hospitais deixaram de atender o convênio por dificuldade em fechar o índice de reajuste. Três deles foram obrigados a voltar a atender três dias depois em função de uma liminar da Justiça.



Escrito por william-mendes às 22h28
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