A Categoria Bancária - Formação e Informação em Rede Cutista

Formação e pessoal



 
 

SEGURANÇA: informações na base dão conta de que BB tem projeto de RETIRAR PORTAS DE SEGURANÇA

Como se já não bastasse o Banco do Brasil copiar o que há de PIOR nos bancos concorrentes, a novidade agora é um projeto que o banco tem de RETIRAR AS PORTAS DE SEGURANÇA das agências e terceirizar o restante dos serviços das baterias de caixas para correspondentes bancários nas proximidades das agências.

UMA TOTAL AFRONTA AOS DIREITOS TRABALHISTAS DOS BANCÁRIOS, INTERPOSIÇÃO FRAUDULENTA DE MÃO DE OBRA E EXPOSIÇÃO DOS CLIENTES E TRABALHADORES AO RISCO DE MORTE NOS LOCAIS DE ATENDIMENTO, pois só no primeiro semestre de 2010 já ocorreram mais de 11 mortes nos bancos por assaltos e falta de segurança.

Hoje, nós estivemos em uma agência do BB em Osasco, que já havia começado a reforma para retirar a porta giratória. Após várias conversas e busca por informações, o Sindicato conseguiu abortar o processo na referida agência.

NO ENTANTO, O PROJETO EXISTE E O BANCO FARÁ PILOTOS EM VÁRIOS LOCAIS. Temos que fazer ação sindical e impedir este RETROCESSO NA SEGURANÇA no BANCO DO BRASIL.

GREVE NACIONAL DOS BANCÁRIOS 2010

Nós temos que fazer o diálogo com os comissionados do BB para que eles entrem na GREVE 2010, pois só com uma PARALISAÇÃO MUITO FORTE EM TODOS OS SETORES NO BB CONSEGUIREMOS INTERROMPER:

- OS DESCOMISSIONAMENTOS ABUSIVOS E SUBJETIVOS POR NÃO CUMPRIMENTO DE METAS,

- O ASSÉDIO MORAL E AS METAS ABUSIVAS,

- O DESRESPEITO GENERALIZADO DO BB EM RELAÇÃO AOS SEUS TRABALHADORES E AOS SEUS REPRESENTANTES - OS SINDICATOS,

- O AFASTAMENTO POR DOENÇAS E ATÉ MORTES NO BB POR PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E ASSÉDIO,

- UMA PROPOSTA SÉRIA DE PLANO DE CARREIRA.

 

REBELE-SE CONTRA O PATRÃO,

AJUDE NA MOBILIZAÇÃO!

VAMOS PREPARAR FORTE GREVE NO BB!



Escrito por william-mendes às 22h30
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

OLT na categoria bancária - o papel do delegado sindical

Breve histórico da categoria bancária

Os bancários brasileiros organizaram ao longo das últimas décadas uma das estruturas sindicais nacionais mais importantes e representativas da classe trabalhadora.

Após árdua busca de unidade nacional e muita mobilização e greves conjuntas, os bancários unificaram a data-base no início dos anos 80. Depois os empregados da Caixa Econômica Federal se uniram à categoria bancária em 1985. Nos anos 90 a CUT assinou a primeira convenção coletiva nacional - CCT dos bancários – com a federação dos banqueiros – a Fenaban – passando a garantir os mesmos direitos e salários aos bancários de qualquer empresa e região do País.

Nos anos 2000, a categoria seguiu avançando na unidade. Após os bancários do Banco do Brasil e da Caixa deliberarem pela unidade com a categoria em seus congressos, as direções dos bancos públicos federais foram obrigadas a aceitar a inclusão desses bancos na Convenção da categoria - CCT, depois de fortes greves gerais, deixando as conquistas específicas daqueles bancos em aditivos, como já ocorria com outros bancos.

A conquista formal da OLT nos bancos públicos

A Central Única dos Trabalhadores - CUT - tem como um de seus princípios basilares na organização da luta sindical a construção e defesa da organização por local de trabalho – OLT.

A OLT pode se dar em mais de uma forma. Em grandes indústrias, onde há a concentração de centenas e até milhares de trabalhadores em um mesmo local de trabalho tem-se as denominadas comissões de fábrica, muito utilizadas nas grandes montadoras na Região do ABC Paulista, por exemplo, sendo que as formas de funcionamento e constituição delas também tem algumas variações.

No caso dos bancos, onde há a pulverização de trabalhadores, espalhados por agências, em sua maioria pequenas, em todo o território nacional, a proposta é que se tenha a figura do “delegado sindical”, um (ou mais) bancário eleito pelos trabalhadores de uma determinada unidade ou de uma região, de acordo com um dimensionamento negociado.

Nos bancos privados o delegado sindical ainda não é uma realidade, embora conste há vários anos em nossa minuta de reivindicações. Já nos bancos públicos, em especial no BB e na Caixa, eles são eleitos desde a década de 1980.

Por força do processo de mobilização dos trabalhadores dessas empresas os delegados sindicais são reconhecidos pelas respectivas empresas e possuem algumas prerrogativas para garantir uma atuação eficaz, livre da pressão e perseguição dos chefes, eventualmente contrariados com algum enfrentamento do conjunto dos empregados encabeçado por eles. Tais garantias são: estabilidade no emprego durante o mandato (um ano) e mais um ano após o termino do mandato e inamovibilidade, ou seja, esse bancário só poderá ser transferido por sua solicitação ou mediante sua concordância.

Porém, a conquista dos delegados sindicais sofreu um período de ataques, no final dos anos 1990, durante o segundo mandato de FHC, época em que a organização sindical nos bancos públicos, como de resto nas outras empresas estatais, também esteve sob ameaça.

No BB os trabalhadores não se sentiam seguros, pois era comum o delegado sindical sofrer perseguições de maneira velada, sendo discriminado em relação aos demais.

Na Caixa os ataques foram ainda mais destrutivos, pois no ano 2000 as negociações chegaram a um impasse total, não sendo possível a assinatura de acordo coletivo e, por isso, os delegados sindicais deixaram de ser reconhecidos e perderam as garantias.

Porém, como parte do processo de resistência às investidas daquele governo contra as empresas estatais e a organização de seus trabalhadores, as entidades sindicais e os empregados de base da Caixa e do BB mantiveram as eleições e a representação dos delegados sindicais, mesmo sob ameaças de retaliações.

Em 2003, já sob uma nova conjuntura política e com o resgate da interlocução nos bancos públicos, dentre os vários direitos conquistados com a greve daquele ano, na qual os bancários do BB e da Caixa exigiam o cumprimento da Convenção da categoria com o mesmo reajuste, PLR e demais direitos, no Banco do Brasil foi resgatado o direito de seus sindicatos elegerem certo número de representantes por local de trabalho e por base sindical – 1 (um) trabalhador para cada 80 bancários da base sindical-, cabendo aos sindicatos a normatização e a coordenação do processo (art. 3º do regulamento ao aditivo do BB).

Já na Caixa, voltaram a constar no ACT as garantias aos delegados sindicais, revigorando a organização de base com a ampliação das eleições para várias unidades do banco.

O papel do delegado sindical

O delegado sindical é o elo entre o sindicato e a base. Representa o sindicato dentro da unidade e, perante o sindicato, os interesses do local de trabalho.

Ele deve manter sua base informada e mobilizada, participando das atividades a ele direcionadas, reproduzindo em sua unidade, por meio de reuniões, debates e distribuição de materiais, as informações sobre as campanhas e ações do sindicato. Ao mesmo tempo deve estar sempre atento às demandas dos colegas da unidade para repassá-las à entidade sindical, zelando pelo cumprimento dos direitos trabalhistas, previstos na legislação e na Convenção Coletiva.

O papel do delegado sindical não se confunde com o do diretor sindical. Pois ele é eleito pelos colegas para auxiliar na organização local, como diz o termo OLT, portanto não tem responsabilidade sobre outras unidades que não a dele, embora, tendo condições, deve e pode ajudar e se articular com delegados de outras unidades.

Outra questão importante a observar é que o delegado deve ter clareza de sua condição, pois embora possua algumas prerrogativas, não tem a mesma imunidade de um dirigente. Cobrar da administração local soluções para a falta de condições de trabalho em geral faz parte de suas atribuições,mas ele não deve assumir o papel de “herói”, por isso deve sempre que precisar recorrer ao dirigente de sua base para que este o ajude a resolver os conflitos mais acirrados.

Em resumo: o delegado sindical é a referência no local para conscientizar os trabalhadores a se apropriarem de seus direitos e atuarem junto ao sindicato na manutenção e ampliação das conquistas e de melhores condições de trabalho, bem como para incentivar a sindicalização. E isso independente de linha política ou ideológica, pois ele deve reproduzir não sua visão pessoal e suas convicções, mas ter sensibilidade de entender as demandas dos colegas, harmonizando os interesses de todos buscando solucionar os problemas, sempre com a intermediação da entidade sindical.

William Mendes, secretário de formação e Plínio Pavão, secretário de saúde (Contraf-CUT, gestão 2009/12)



Escrito por william-mendes às 20h47
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Seminários de formação

CHEGUEI A DF para seminário de formação sindical CUTista que faremos com os bancários do sindicato de Brasília.

Na semana passada estivemos em Belém do Pará para um seminário de formação com os bancários CUTistas de lá.

Vamos aos poucos indo às bases, já que a base da Contraf-CUT, onde sou secretário de formação, são os seus sindicatos e federações filiados. Já estivemos ministrando formação neste primeiro ano de gestão para os sindicatos da Fetraf CUT Minas Gerais, Federação dos Bancários do Rio de Janeiro, sindicatos da Fetec CUT nordeste, bancários da Fetec CUT SP, bancários do Pará e Amapá e agora de Brasília.

Estamos indo às bases.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!!

William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT.



Escrito por william-mendes às 22h53
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Curso de formação do Nordeste concluído com êxito

Estou na correria até para postar as notícias da área da formação sindical, mas vai aqui a nossa matéria relativa ao fechamento do curso de formação no nordeste. A turma foi excelente e o curso foi muito bom. Temos boas sementes plantadas para os bancários do nordeste.

Encerrado curso de formação de dirigentes da Contraf-CUT no Nordeste

 
   

Foi encerrado a última etapa do curso de formação de dirigentes sindicais da Contraf-CUT - Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro a ser aplicada em 2010. O último módulo da turma que prioriza a Fetec Nordeste terminou suas aulas no dia 11 de junho. Realizado pela confederação em parceria com o Dieese, o curso pretende promover formação de concepção cutista para os dirigentes ao longo da gestão 2009/12.

Foram três módulos de cinco dias, que debateram temas fundamentais para a categoria. O último trecho do curso focou a atuação sindical, tratando de desafios contemporâneos da categoria, como remuneração, emprego, jornada, negociação e contratação coletiva, saúde e condições de trabalho, perfil atual da categoria bancária, entre outros temas.

"Tivemos mais uma turma muito participativa e interessada no curso que nos orgulha de sermos cutistas. O grau de engajamento das turmas que passaram pelos três cursos na Fetec Nordeste, Fetraf Minas, Fetec São Paulo e Feeb Rio de Janeiro e Espírito Santo é muito grande", avalia William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT. "Vemos muitos dirigentes novos e todos com muita vontade, o que mostra compromisso da CUT com a renovação dos sindicatos e a formação sindical", completa.

Fonte: Contraf-CUT



Escrito por william-mendes às 17h56
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

RAÍZES DO BRASIL de S.B.H.

Querem compreender as características do que somos (brasileiros)? PEGUEM HOJE O LIVRO RAÍZES DO BRASIL de SBH e comecem a lê-lo. SEM PRESSA!:)

William, sec. formação da Contraf-CUT 



Escrito por william-mendes às 11h26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Democracia representativa não se confunde com 'assembleísmo'

O 21º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, ocorrido entre os dias 28 e 30 de maio, em São Paulo, contou com a participação de cerca de 350 delegado(a)s de todas as bases do país –delegado(a)s eleito(a)s em fóruns democráticos e que representaram as mais diversas linhas de pensamento.

 

Vários temas importantes foram debatidos e deliberados.

 

Vamos falar agora sobre um deles, que diz respeito à ORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO e à autonomia das entidades sindicais pertencentes à estrutura de Negociação e Contratação Coletiva da categoria bancária.

 

O(A)s delegado(a)s do congresso puderam opinar e deliberar sobre o sistema de representação da categoria que vem se aperfeiçoando desde os anos oitenta, quando o novo sindicalismo criou a estrutura de negociação nacional a partir da Central Única dos Trabalhadores – CUT.

 

Para se chegar a um fórum nacional de bancário(a)s, o processo democrático é construído bem antes, a partir das bases de mais de 150 sindicatos.

 

Todo(a)s o(a)s trabalhadore(a)s bancário(a)s e correntes políticas e sindicais apresentam suas propostas sobre os mais diversos temas como questões de saúde, de previdência, condições de trabalho, remuneração, estratégias e táticas de negociação das reivindicações etc.

 

É dessa forma que todos os anos voltam a ser debatidos democraticamente pelo(a)s bancário(a)s temas como MESA ÚNICA de negociação das conquistas comuns da categoria – CCT da Contraf-CUT e Fenaban.

 

A mesa única vem sendo votada e aprovada pela categoria bancária. Já foi diferente. Nos anos 90 os bancos públicos lutavam sozinhos e perderam vários direitos de acordo com o governo de plantão. Nos privados e estaduais também foram acordos por empresa nos anos oitenta.

 

Propostas e estratégias de mesa saem da base

 

As propostas saem das ASSEMBLEIAS DE BASE e ainda passam por fóruns estaduais e/ou regionais, conforme a organização de cada federação.

 

Finalmente, o fórum nacional delibera as reivindicações a serem negociadas, fórum que representa todos os sindicatos e bases que quiseram participar e respeitaram as regras definidas previamente e aprovadas em comum acordo com todos.

 

Algumas correntes políticas ou sindicais, após participar de todo o processo, buscam desconstruir tudo o que foi feito, questionando e alegando haver processos “antidemocráticos”, ou seja, não aceitam que suas teses não sejam as vitoriosas nos fóruns, pois são minoritárias. Não acatam a maioria.

 

Um dos exemplos mais comuns é ficar pedindo que se faça assembleias a toda hora e para qualquer coisa, como se estivéssemos tratando de algo sem nenhuma dificuldade e custo. Basta lembrar que há sindicatos com bases estaduais, que a grande maioria do(a)s bancário(a)s estudam e trabalham o dia todo, nas capitais os deslocamentos tomam horas e horas do(a)s trabalhadore(a)s, ou seja, é fácil para quem não organiza o movimento propor que a todo instante ocorram assembleias (vazias, é claro!).

 

Quando um congresso como o do(a)s funcionário(a)s de um determinado banco ou categoria finaliza as discussões e deliberações, ele está finalizando um processo que representa o conjunto do funcionalismo, ou seja, os mais de 100 mil bancário(a)s do BB, por exemplo. O fórum foi mais um momento do processo.

 

Todas as propostas aprovadas já passaram pelas assembleias de base e foram encaminhadas com as suas devidas delegações para o fórum nacional.

 

Como nossas negociações são nacionais, há que se compreender e respeitar que nessa construção existe uma lógica, e que o processo organizativo vai-se do menor para o maior espaço de organização.

 

Da assembleia do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, por exemplo, foram tirados 34 delegado(a)s que representavam propostas apresentadas por várias teses e correntes de pensamento.

 

Saíram desse fórum local, delegado(a)s que defendiam a proposta do “fim da mesa única” da categoria, ou seja, que o BB não assinasse mais a Convenção Coletiva da categoria. Outra proposta – da Articulação Sindical - defendeu o contrário, que se mantivesse a estratégia que vem se mostrando vitoriosa nos anos 2000: a de UNIDADE DA CATEGORIA NA MESA DA CCT/CUT e FENABAN e as mesas específicas permanentes para questões de cada banco.

 

Democracia é respeitar a opinião da base e dos fóruns

 

Não é democrático defender que se EXIJA que todos os sindicatos fiquem fazendo assembeéias a todo instante, TENTANDO MUDAR, EM FÓRUNS MENORES, uma discussão construída por todos o(a)s bancário(a)s do BB.

 

Se cada grupo ou sindicato que perdeu suas proposições no fórum nacional quiser mudar na sua assembleia local o que perdeu na instância maior, na verdade ESTÁ PROPONDO O FIM DA ÚNICA ESTRUTURA DE CONTRATAÇÃO NACIONAL por ramo e para todas as regiões do país que existe – a CCT/CONTRAF-CUT e FENABAN.

 

Se fosse possível considerar “democrático” não respeitar as deliberações nacionais, então quer dizer que cada um dos 150 sindicatos deve ou deveria procurar a Fenaban, ou os bancos, ou os governos, para negociar sozinhos, ou seja, é querer retroceder décadas de construção DA UNIDADE DE FATO, construída dentro da estrutura da CUT.

 

É querer criar pseudodemocracias individualistas muito mais em função de disputas de correntes e tendências políticas e sindicais, do que em prol das contratações de direitos para o(a)s trabalhadore(a)s. PERDERIAM COM ISSO A CATEGORIA BANCÁRIA E A CLASSE TRABALHADORA.

 

Essa pulverização da ação sindical certamente produziria a pulverização de nossos direitos. E pior: como o BB é uma empresa nacional, com quadro de carreira nacional, ele teria que contratar com alguém.

 

Se estivermos pulverizados, transferimos para a empresa a escolha de com-quem-contratar (talvez com o maior sindicato ou o que exigisse menos direitos). Aliás, o governo federal se valeu da Contec, uma outra confederação que pertencia à estrutura “oficial” para impor acordos ao funcionalismo por muito tempo – fez isso pela última vez no dissídio de 2004.

 

O(A)s bancário(a)s dos bancos públicos votaram em 2010 em seus congressos a MESA ÚNICA de negociação – CCT da Contraf-CUT e Fenaban/governos e mesas específicas por banco e por temas específicos. E, democraticamente, tem sido assim nos últimos anos para todos os bancos, públicos e privados.

 

O(A)s bancário(a)s esperam que todas as entidades participantes do 21º CNFBB encaminhem as decisões tomadas pelo(a)s delegado(a)s, pois ele(a)s representaram de fato A BASE, aquela que votou nas assembleias que começaram o processo democrático de construção da pauta e da luta unitária dos bancários.

 

William Mendes, sec. formação Contraf-CUT



Escrito por william-mendes às 20h03
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




CURSO DE FORMAÇÃO NO NORDESTE VENCE MAIS UMA ETAPA

VENCEMOS mais uma etapa do curso de formação de dirigentes bancários da CUT.

O curso SINDICATO, SOCIEDADE E SISTEMA FINANCEIRO é promovido pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese, bem como a Fetec CUT NE e os seus sindicatos filiados.

Esse foi o segundo módulo e tratou de temas bastante técnicos como papel da moeda e do crédito, Breton Woods, Acordo de Basileia, sistema financeiro nacional e internacional, o papel e os efeitos das políticas monetária, fiscal e cambial, e também a atual crise financeira e econômica.

Também distutimos as propostas de regulamentação do artigo 192 da CF 1988 e o papel dos bancos públicos.

A participação de todos no curso foi muito boa e importante, pois sem ela o curso não atingiria o seu objetivo de construir novos conhecimentos unindo as informações técnicas trazidas e a experiência que cada um tem e traz consigo.

Sucesso que o grupo espera alcançar novamente no terceiro e último módulo do curso que se realizará de 6 a 11 de junho, também em Pernambuco.

William Mendes, sec. form. Contraf-CUT



Escrito por william-mendes às 15h15
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

MÓDULO 2 DO CURSO DE FORMAÇÃO NO NORDESTE

COMEÇAMOS O segundo módulo do curso SINDICATO, SOCIEDADE E SISTEMA FINANCEIRO, promovido pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese, para os dirigentes sindicais bancários da Fetec CUT NE.

Neste módulo vamos estudar muito o SFN e internacional, o papel da moeda e dos bancos, e a nossa proposta de regulamentação do sistema financeiro.

Tivemos também a participação do companheiro Greg da Escola sindical Nordeste no período da manhã falando um pouco dos projetos de formação da Política Nacional de Formação da CUT bem como os trabalhos desenvolvidos na Escola Sindical.



Escrito por william-mendes às 19h17
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

CONTRAF-CUT: curso de formação está agora com turma no Nordeste

 

Começou o curso de formação de dirigentes da Contraf-CUT no Nordeste

 
Crédito: Contraf-CUT
Contraf-CUT Terminou na última sexta-feira, dia 7, o primeiro módulo do curso de formação de dirigente sindicais da Contraf-CUT - Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, reunindo sindicalistas da Fetec Nordeste. Realizado pela Confederação em parceria com o Dieese, o curso busca promover formação de concepção cutista para os dirigentes ao longo da gestão 2009/12.

O curso é formado por três módulos, estudando a história do movimento sindical brasileiro, enfocando a participação dos bancários e a construção da CUT, o sistema financeiro nacional e internacional, a moeda e o papel das instituições financeiras ao longo do tempo, bem como os desafios contemporâneos para o sindicalismo cutista.

"É importante que os dirigentes conheçam a história de sua central e de sua categoria, bem como da estrutura nacional de negociação construída dentro da CUT e que é uma referência nacional e internacional para todos os ramos e segmentos de trabalhadores, por ter avançado para a contratação nacional na convenção coletiva", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT



Escrito por william-mendes às 18h15
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Dilemas...

É brabo!!

Mas deve ser da natureza da nossa representação sindical.

Neste ano eu fui visita rara em minha própria casa. Estou trabalhando muito. Estou focando aquilo que entendi que deveria focar: a formação sindical.

MAS, O TELEFONE NÃO PARA DE CHAMAR, E A AGENDA SINDICAL DE COBRAR!

DEVO TRATAR DAS QUESTÕES DO BB, DA EXECUTIVA DA CONTRAF-CUT, DA FORMAÇÃO SINDICAL OU CORTO O HORÁRIO DE DORMIR PARA TENTAR ACOMPANHAR AS TRÊS?



Escrito por william-mendes às 14h26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, Portuguese, Spanish, Livros, Política
Histórico
    Categorias
      Todas as Categorias
      Citação
      Artigos e textos
      Comunicação e Democracia
      papo de bancários
      Formação e pessoal
      direitos e conquistas
    Outros sites
      FotoBlog de William Mendes
      Minha agenda sindical
      Blog Refeitório Cultural
      Contraf-CUT
      CUT/Portal do Trabalhador
      Rede Brasil Atual
      Agência Carta Maior
      Blog Diário do Bancário
      Revista Fórum
      OIT Org. Int. Trabalho
      Partido dos Trabalhadores
      Escola dos Trabalhadores
    Votação
      Dê uma nota para meu blog